ARTISTAS




Sofia Brito (Lisboa, 1977) formou-se na escola da Companhia Nacional de Bailado (1991/95). Graduou-se da P.A.R.T.S.(1995/99). Pós-graduação em Artes Performativas, ESTC Escola Superior de Teatro e Cinema (2020/21). Destacam-se as colaborações com Salva Sanches, Gisèle Vienne, Nadine Ganase, Jan Ritsema, Graciella Boggiano, Robert Wilson, João Garcia Miguel. Investigadora e performer de life improvisation formada por Randy Warshaw e David Zambrano, colaborou com Steve Paxton (Material for the Spine 2006/07) e Nancy Stark Smith (Underscore). Dirigiu o Teatro Sénior de Portimão em 2010/2014. Fez uma criação com o saxofonista Felipe Valentim para o público infantil 'Acorda!'. Participa na criação coletiva da peça ‘No, Woman no cry, but when they do?’ de Marion Sparber (2022); Colabora com Thora e Nilsen Jorge na peça Memórias Vividas (2024) como intérprete, pesquisa documental a apoio dramatúrgico. Co-fundadora em Lagos em Maio de 2018 de AORCA.


Sara Martins, Loulé, 1989. Licenciada em Dança pela Escola Superior de Dança de Lisboa. Obteve formação complementar no PEPCC - Programa de Pesquisa e Criação Coreográfica e no CGPAE - Gestão e Produção das Artes do Espetáculo, no Fórum Dança em Lisboa. Como criadora-intérprete realizou os solos Em vez de um corpo (Faro, 2022), Meet-ing (Wittenberg, 2014), Il faut (Bruxelas, 2012) e co-criou As Carpideiras com Neusa Dias e Marta Gorgulho (2023). Dirigiu coreograficamente PUZZLE em colaboração com o LAMA Teatro (2022); Lábios de Água (2021) com a corpodehoje, e Souffle e Un corps qui reste com Omid Dashti, Guillaume Vanaspen e Andreia Afonso. Como intérprete integrou os espectáculos BAUBO de Sofia Brito (2025); AZUL ou Sobre a Força do Emaranhado de Maria Ferreira Silva (2024) os meus pés nos teus sapatos, o meu corpo no teu vestido, de Ana Borges (2024); Morro como País (2022) de Neusa Dias; A secret not to be told (2021) de Roberto Olivan;  hOOPERhOPE e Hoje, assim ao pé de mim (2018) de Ana Borges; La troupe s`imole (2014) de Cyril Lamon; Percussion Project (2012) de Hofesh Shechter; What if... (2010) de Margarida Bettencourt. Na área do ensino de Dança e Educação pela Arte lecionou nos cursos profissionais de Intérprete de Dança Contemporânea e Artes do Espetáculo na Escola Secundária Tomás Cabreira em Faro (2017 – 2021); foi artista convidada no programa AxE - Arte vezes Educação (2018/19/20, 2022/23) e Artista-Residente no âmbito do Programa Ponto de Encontro, uma iniciativa do Município de Loulé. Atualmente é co-diretora artística da AORCA e coordena os projetos Clube d´Espectador Emancipado, uma co-produção com o Cineteatro Louletano/Município de Loulé e Aldeia-Também, projeto participativo integrado no programa ATOS, uma iniciativa do Teatro Nacional D.Maria II e Fundação Calouste Gulbenkian, em parceria com o Município de Loulé.


Susana Vilar é intérprete, criadora e formadora em práticas do corpo nas artes performativas, atuando entre dança, teatro e performance. Concluiu na Escola Superior de Dança o Mestrado em Criação Coreográfica e Práticas Profissionais (2023-2025), assim como a Licenciatura em Dança (2015-2017) com Erasmus (2017-2018) na Music and Arts University of Vienna - bolsa de mérito em 2018 e 2025. Destaca ainda da sua formação, o curso FAICC-2019 na Companhia Instável e o ensino articulado em dança no Ginasiano Escola de Dança (2012-2015).
É natural de Viana do Castelo (1996) e reside em Aveiro desde 2019. Apresenta-se enquanto intérprete cocriadora nas colaborações com os coreógrafos Madalena Victorino, Magnum Alexandre, Maria Ferreira Silva, Sofia Brito, e Claudinei Garcia. É artista residente do Plano Nacional das Artes em dois agrupamentos de escolas na região de Aveiro e integra com regularidade o projeto educativo Novo Bowing dirigido pela Cooperativa Lavrar o Mar.
Como criadora destaca as peças “Casa de Partida” (2023), “Lá Fora, Cá Dentro” (2022), “Língua” (2022) e “Cor de burro quando foge” (2019). Leciona técnica de dança contemporânea, dança criativa, ballet clássico, e laboratórios de experimentação de movimento, ao longo de 6 anos e forma regular em Ílhavo, Aveiro, Lisboa e Viana do Castelo. Realça-se do seu percurso a sua curiosidade, vontade de se desafiar, versatilidade e adaptabilidade, consistência e resiliência, disposição e prontidão para trabalhar.


AORCA é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – 
Cultura / Direção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Lagos

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